quarta-feira, 12 de março de 2014

MISTURANDO TINTAS E CORES E OBTENDO OUTRAS CORES....6ºB


Na última aula de Arte, a tarefa foi obter cores secundárias  a partir da mistura de duas primárias. Aqui os alunos misturaram AMARELO E VERMELHO...DEU....LARANJA! EM VÁRIOS TONS... pois vocês sabem né, tudo depende da quantidade de cada cor, o desafio está em obter a maior quantidade de tons que eu conseguir distinguir a olho nú......
























sábado, 8 de março de 2014

MESTRE VITALINO - EM PERNAMBUCO A ARTE EM CERÂMICA



http://artepopularbrasil.blogspot.com.br/2010/11/este-blog-sera-inaugurado-com-uma.html


Vitalino Pereira dos Santos foi um homem despretencioso sobre o futuro sua arte. Ele nasceu no dia 10 de julho de 1909 no distrito de Ribeira dos Campos, nas cercanias da cidade de Caruaru, Pernambuco. Sua história com o barro começou cedo, tinha apenas 6 anos de idade; aprendeu com sua mãe, Dona Josefa, que além de lavradora era louceira. Vitalino aproveitava as sobras do barro utilizado por sua mãe na fabricação de pratos, tijelas, panelas e potes. No começo fazia pequenos animais, como bois e cavalos que os irmãos levavam para vender na feira. Com o tempo, o mestre passou a aprimorar sua técnica e começou a retratar várias cenas do cotidiano da região. Os especialistas da obra de Vitalino contabilizam mais de 130 temas retratados pelo mestre.

Sua vida foi como a de muitos nordestinos: pobre, não frequentou a escola porque tinha que ajudar seus pais na lavoura. Fisicamente também não se distinguia muito dos demais homens da região: baixo e franzino, cor parda, pele aspera e queimada do sol. Casou-se aos 22 anos de idade com Joana Maria da Conceição, a Joaninha, com que teve 16 filhos, dos quais apenas 6 sobreviveram. Após 17 anos de casamento deixou o sítio Campos e se mudou para o Alto do Moura, comunidade localizada a 7 Km de Caruaru, onde passou o resto de sua vida. No Alto do Moura sua obra passou a ter mais destaque, ele era muito admirado pelos demais moradores do lugar. Todos queriam ver de perto seu trabalho e aprender com o mestre.




Como ocorre na maioria dos casos, o reconhecimento da obra do Mestre Vitalino ganhou ainda mais importancia e notoriedade após a sua morte. Suas obras mais famosas são o Violeiro, o Boi, o Trio pé de serra, o Enterro na rede, o Cavalo-marinho, o Casal no boi, os Noivos a cavalo, o Caçador de onça, a Família lavrando a terra, Lampião e Maria Bonita, dentre outras.
























Seu pai, lavrador, lidava com a roça, e sua mãe era louçeira , produzia panelas, recipientes e pratos. Desde a infância, Vitalino pegava os restos de barro do TRABALHO de sua mãe para modelar bichos lúdicos, como bodes, vacas e cavalos, uma forma de produzir os seus próprios brinquedos.

Aproveitando que o pai e o irmão vendiam na feira peças que sua mãe fazia, com 7 anos Vitalino passou a mandar os bichinhos e outras coisas que modelava. Com o tempo, começou a abordar outros temas e, assim, nasceu o registro do homem do agreste nordestino, através de cenas do cotidiano rural: sua gente, usos e costumes.

para saber mais: ACESSE OS LINKS ABAIXO;

http://www.girafamania.com.br/tudo/mestre_vitalino.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mestre_Vitalino

ASSISTA  VÍDEOS NO YOUTUBE;
http://www.youtube.com/watch?v=Ao3J16ouy4w
http://www.youtube.com/watch?v=iU1uu-ic1PQ
http://www.youtube.com/watch?v=H54-UgOZgYU

HEITOR DOS PRAZERES- NOSSO ARTISTA POPULAR

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1898, e faleceu na mesma cidade em 1966. Cresceu na cercanias da zona do Mangue e da Praça 11. Aos 7 anos de idade trabalhava na rua. Frequentou as primeiras rodas de samba na casa da Tia Ciata. Está entre os fundadores da escola de samba Mangueira; e também 'Vai Como Pode', hoje Portela, nos anos 20. 

Expoente do cavaquinho, criou um método revolucionário para o instrumento. Compositor, instrumentista e letrista, em parceria com Noel Rosa compôs a música carnavalesca Pierrô Apaixonado. Notabilizou-se como compositor de música popular. Em meados dos anos 30 começou a pintar mulatas, malandros, o samba e o mundo da favela. Participou da Bienal de São Paulo em 1951. Fez diversas individuais no Brasil e mostras nacionais e internacionais. Um se seus quadros foi adquirido pela rainha da Inglaterra.












7º ANO - ARTE POPULAR

O QUE É ARTE POPULAR? QUAL A DIFERENÇA ENTRE ARTE POPULAR E ARTE ERUDITA?
As definições para arte erudita e popular são:

• A arte erudita é aquela expressa com muita exigência estética, preocupação maior com ela ser bem elaborada, em despertar o juízo de beleza naquele que admira a obra. Provocar sensações e expressão de emoções e idéias. Visa estar de acordo com os então valores universais da arte, despertar a admiração e expor sua profundidade existente para seus admiradores de uma forma encantadora. São conceituais e procuram ser bem rebuscadas, caprichadas tanto em seu conteúdo como em sua beleza.

• Em contradição, a arte popular é uma coisa mais desleixada, ainda sim havendo técnica mas não a necessidade de ser suntuosa, sendo simples de recursos e significados. Sua profundidade é muito explícita, não enigmática e refletiva como na arte erudita. Não é zelosa, sendo prática e mais objetiva, sem se preocupar em detalhes de vão requer tanta admiração e apreciação. É própria de questão cultura e histórica, tomando a forma no folclore e meios de expressão comuns num lugar.

achou complicado as definições acima? não se preocupe, as discussões sobre o que deve ser considerado popular ou erudito ainda nem começaram.....

FALANDO NISSO? O CARNAVAL É ARTE POPULAR OU ERUDITA?


" independentemente da raiz, A ARTE POPULAR é sim a cultura de um povo – explorada cada uma à sua maneira: simples ou rebuscada, e sempre espontânea. Como as obras do cearense Hélio Melo, que estarão expostas na 27° Bienal Internacional de Artes de São Paulo, em outubro, marcando a volta da arte popular ao salão nobre."

 http://revistaraiz.uol.com.br/portal/index.php


option=com_content&task=view&id=404&Itemid=193


AFINAL, QUAL A ORIGEM DO CARNAVAL?
Ao pensarmos sobre o Carnaval, temos o hábito de considerá-lo como uma típica festa brasileira. A presença dessa festividade em nossa cultura é tão grande que muitos chegam a afirmar que o ano começa depois do Carnaval. No exterior, essa mesma festa se transformou em um dos grandes referenciais da cultura brasileira. No imaginário de muitos estrangeiros “carnaval” está entre as três primeiras palavras quando o assunto é Brasil. 
O carnaval é originário da Roma Antiga e, incorporado pelas tradições do cristianismo, passou a marcar um período de festividades que aconteciam entre o Dia de Reis e a quarta-feira anterior à Quaresma. Em Roma, a Saturnália seria a festa equivalente ao carnaval. Nela um “carro naval” percorria as ruas da cidade enquanto pessoas vestidas com máscaras realizavam jogos e brincadeiras. 

Segundo outra corrente, o termo “carnaval” significa o “adeus à carne” ou “a carne nada vale” e, por isso mesmo, traz em sua significação a celebração dos prazeres terrenos. Em outras pesquisas, alguns especialistas tentam relacionar as festas carnavalescas com os rituais de adoração aos deuses egípcios Ísis e Osíris. 

Mesmo contado com a resistência de algumas alas mais conservadoras, o Carnaval passou a contar com um período de celebração regular quando, em 1091, a Igreja oficializou a data da Quaresma. Contando com esse referencial, o carnaval começou a ser usualmente comemorado como uma antítese ao comportamento reservado e à reflexão espiritual que marcam a data católica. Assim, a festa carnavalesca passou a ser compreendida como um período onde as obrigações e diferenças do mundo cotidiano fossem anuladas. 

Durante a Idade Moderna, os bailes de máscara, as fantasias e os carros alegóricos foram incorporados à festa. Com o passar do tempo, as características improvisadas e subversivas do Carnaval foram perdendo espaço para eventos com maior organização e espaços reservados à sua prática. Grande parte da inspiração do nosso carnaval contemporâneo foi trazida com a grande influência que a cultura francesa teve no Brasil, principalmente, no século XIX. 

Atualmente, o prestígio alcançado pelos desfiles de carnaval, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, e a disseminação das chamadas micaretas trouxeram novas transformações ao evento. Alguns críticos chegam a afirmar que o sentido popular da festa perdeu lugar. Apesar dessas mudanças, esse quatro dias do calendário são aguardados com muita expectativa. Seja pela expectativa do festejo, ou pelo descanso. 

PRIMEIRAS MARCHINHAS DE CARNAVAL NO BRASIL:

Marcha de Carnaval, também conhecida como "marchinha de carnaval", é um gênero de música popular que foi predominante no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX e sempre é comemorado no mês de fevereiro e quem criou as marchinhas foi Gabriel soares, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo em razão de que as escolas de samba não queriam pagar os altos preços cobrados pelos compositores musicais. No entanto, no Rio de Janeiro e em diversas cidades do Brasil, as centenas de blocos carnavalescos que anualmente desfilam durante o carnaval continuam, a cada ano, lançando novas marchinhas e revivendo as antigas.


A primeira marcha foi a composição de 1899 de Chiquinha Gonzaga, intitulada Ó Abre Alas, feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro.
   ( CHIQUINHA GONZAGA) PRIMEIRA MULHER A COMPOR MARCHINHAS
Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga (Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1847 — 28 de fevereiro de1935) foi uma compositora, pianista e regente brasileira.
Um estilo musical importado para o Brasil, descende diretamente das marchas populares portuguesas, partilhando com elas o compasso binário das marchas militares, embora mais acelerado, melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido. Marchas portuguesas faziam grande sucesso no Brasil até 1920, destacando-se Vassourinha, em 1912, e A Baratinha, em 1917.



ARTE GREGA - VASOS GREGOS

 
A pintura Grega encontra-se na Arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma mas pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, eram usados para armazenar água, vinho, azeite, mantimentos. E cada vaso tinha uma forma própria para o produto a que se destinava.
- ÂNFORA- vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas;
-HIDRA- (derivado de Ydor(água)- tinha 3 asas: uma para segurar e outras para levantar o vaso;
-CRATERA- tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar a água com o vinho( os gregos não bebiam vinho puro).

As pinturas dos vasos representavam as pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega.
A pintura nesses vasos se dividem em 3 grupos:
1-figuras negras sobre fundo vermelho
2-figuras vermelhas sobre fundo negro
3-figuras vermelhas sobre fundo branco;

alguns links para você visitar

;http://www.aulasdeartes.com/news/arte-grega/


 A pintura na Grécia surgiu como um elemento de ornamentação na arquitetura, porém ela encontrou também uma forma de realização na arte em cerâmica. Os vasos gregos são conhecidos não somente pelo equilíbrio da forma, mas também pela harmonia entre desenho, cores e espaço utilizado para decoração.
         Essas pinturas geralmente mostravam pessoas em atividades cotidianas e retratavam também cenas da mitologia grega. Em princípio o artista pintava em negro o contorno das figuras. Depois era gravado a silhueta e as marcas interiores com uma ferramenta pontiaguda que retirava a tinta preta deixando as linhas nítidas.





http://propagativodigital.blogspot.com.br/2012/06/pintura-grega-em-ceramica.html





http://seguindopassoshistoria.blogspot.com.br/2012/08/olimpia-e-os-jogos-olimpicos.html

Alguns filmes do youtube para você assistir: sobre a arte grega:

http://www.youtube.com/watch?v=zU8i3z9h-WQ

http://www.youtube.com/watch?v=Eg_Ml-1R7ow


A ARTE EGÍPCIA E A LEI DA FRONTALIDADE

    
 


http://www.brasilescola.com/historiag/arte-egipcia.htm

A pintura e a escultura obedeciam a padrões rígidos de representação a figura humana.Em muitos quilômetros de desenhos e entalhes em pedra, a forma humana é representada em visão frontal do olho e dos ombros,e em perfil de cabeça,braços e pernas,Nas pinturas em paredes a superfície é dividida em painéis horizontais separadas por linhas.A figura despojada de ombros largos e quadris estreitos,usando adorno na cabeça e tanga,posa rigidamente com os braços para os lados e uma perna adiante da outro.O tamanho da figura indica sua posição: os faraós são representados como gigantes sobressaindo entre criados do tamanho pigmeu.

Feitas para durar eternamente, as estátuas era esculpidas em substâncias duras como granito ou diorito.Sentadas ou em pé,tinham poucas partes protuberantes que pudessem se quebrar.A posse era sempre frontal e bissimétrica,com os braços próximos ao torso.A anatomia humana era,no máximo,uma aproximação.




Para assistir no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=200HMqkN8MI